No time to Die é o último filme de 007 que conta com Daniel Craig no papel de Bond, James Bond. E essencialmente por esse motivo, havia muita expectativa para ver qual seria o desfecho da sua personagem, algo que obviamente não vou revelar. Posso revelar sim, algumas impressões com que fiquei do filme.
O início é rasgadinho. Cenas de ação de cortar a respiração,
lutas e perseguições de carros loucas não faltam. Achei o tradicional genérico
visualmente e musicalmente (música de Billie Eylish) bastante bom. De seguida, Bond
segue para Cuba, momento alto do filme, muito graças ao desempenho de Ana de
Armas.
A partir daí o filme cai em entretenimento e sobe no tédio. Demora
até voltar a ganhar ritmo, o que torna a narrativa desequilibrada. No que toca
a vilões, Rami Malek assume a liderança como Lyutsifer Safin, papel que não lhe
assenta bem (talvez ainda tenha demasiado colado à minha mente o seu desempenho
como Freddy Mercury). Não consigo explicar, mas não lhe consigo ver malícia no
olhar.
Em traços gerais não foge muito aos cânones do Universo
Bondiano, estão lá o Aston Martin, as cenas de ação, Bond Girls, Gadgets, vilões
que querem dizimar a sociedade, etc. No entanto, para o Adeus de Daniel Craig
esperava mais e melhor.
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