quarta-feira, 3 de novembro de 2021

No Time to Die (2021)

No time to Die é o último filme de 007 que conta com Daniel Craig no papel de Bond, James Bond. E essencialmente por esse motivo, havia muita expectativa para ver qual seria o desfecho da sua personagem, algo que obviamente não vou revelar. Posso revelar sim, algumas impressões com que fiquei do filme.

O início é rasgadinho. Cenas de ação de cortar a respiração, lutas e perseguições de carros loucas não faltam. Achei o tradicional genérico visualmente e musicalmente (música de Billie Eylish) bastante bom. De seguida, Bond segue para Cuba, momento alto do filme, muito graças ao desempenho de Ana de Armas.



A partir daí o filme cai em entretenimento e sobe no tédio. Demora até voltar a ganhar ritmo, o que torna a narrativa desequilibrada. No que toca a vilões, Rami Malek assume a liderança como Lyutsifer Safin, papel que não lhe assenta bem (talvez ainda tenha demasiado colado à minha mente o seu desempenho como Freddy Mercury). Não consigo explicar, mas não lhe consigo ver malícia no olhar.


Em traços gerais não foge muito aos cânones do Universo Bondiano, estão lá o Aston Martin, as cenas de ação, Bond Girls, Gadgets, vilões que querem dizimar a sociedade, etc. No entanto, para o Adeus de Daniel Craig esperava mais e melhor.

Fun Fact: O realizador Cary Fuji Fukunaga foi o primeiro realizador americano a dirigir um filme (oficial) de James Bond.

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