O ciclo desta semana é dedicado a um dos mais velhos realizadores em actividade, Clint Eastwood (o Manoel de Oliveira americano...), que apesar da idade não pára de fazer filmes. Vai completar 90 anos para a semana e parece não abrandar o ritmo. Desde o ano 2000 realizou 17 filmes, mas também em 2000 era um rapaz novo de 70 anos.
Começou por ficar célebre como actor em filmes de guardadores de vacas, ou em Americano -Cowboys, com evidente destaque para a trilogia de Western de esparguete de um tal Sérgio Leone: Por um Punhado de Dólares (1963), Por mais uns Dólares (1965) e Bom, Mau e o Vilão (1966). Mais tarde foi Dirty Harry (1971) e escapou de Alcatraz (1979). A partir da década de 70 começou a acumular funções, tendo começado a realizar, produzir e compor as bandas sonoras dos seus filmes, mas mantendo o papel de protagonista em alguns dos títulos.
Na sua longa carreira conta, entre actor, realizador e produtor com 11 nomeações para os óscares, tendo ganho o galardão por 4 vezes - 2 em Unforgiven e 2 em Million Dollar Baby (realizador mais velho a ganhar um óscar).
No entanto, neste post será visada a carreira de Eastwood como realizador. O seu olhar matador e a voz sussurada, além de ícones da cultura popular, deverão ser ferramentas úteis para a direcção de um filme. Acredito que a sua figura intimide os actores e que tal os "obrigue" a fazer grandes performance e logo no primeiro take. A sua filmografia tem mantido um nível elevado. Ouso afirmar que Clint é como o vinho do Porto, as suas qualidades têm ficado apuradas ao longo dos anos. Tornou-se num exímio contador de histórias e o cinema muito lhe deve.
Só na passada década (2000-2010) apresentou filmes simplesmente marcantes, como por exemplo, Mystic River (2003), Million Dollar Baby (2004), Letters from Iwo Jima (2006), Changeling (2008), Gran Torino (2008) e Invictus (2009)...até cansa só de escrever.
Antes de avançar para as minhas escolhas, apresento 3 fun facts sobre o realizador:
1º - O poncho que utiliza na trilogia dos dólares foi sempre o mesmo e segundo se consta nunca foi lavado (estiveram para chamar ao terceiro filme, O Bom, o Mau e o Porco...).
2º - Um grande éxito da banda Gorillaz tem o seu nome - Clint Eastwood.
3º - Quando realiza não diz "action" nem "cut", limita-se a dizer "ok", "go ahead" ou "it's enough of that". O Tom Hanks explica isto melhor do que eu:
Contra Fun Fact - Apesar de ter participado em alguns Western Spaghetti, o seu sonho era abrir um restaurante italiano chamado Western Canelloni.
Segue a selecção de filmes, que teve apenas uma premissa- 5 filmes, 1 por década.
Década de 70 - Pistoleiro do Diabo (1973)
O primeiro filme que escolhi foi O Pistoleiro do Diabo, apresento o nome em português, pois é mais impactante do que High Plains Drifter. E se calhar foi o seu título que me levou a seleccionar esta obra para a década de 70. Confesso que tinha algum desconhecimento sobre os filmes realizados por Eastwood neste período, por isso a escolha, não sendo completamente aleatória porque vi alguns trailers, foi um tiro no escuro (não se tratasse de um filme de pistoleiros).
Logo nos primeiros minutos do filme entrei em estado de choque: o que os meus olhos e ouvidos estavam a receber não era o tradicional filme de cóbois, mas um Western Sci-Fi. Desde a tétrica música inicial fiquei inquieto, ao ponto das unhas servirem de snack para aguentar o nervosismo. E se a música me deixou inquieto, pior me deixaram as cenas dos 25 minutos seguintes, de uma violência inesperada e nada normal em filmes deste género.
De seguida o filme retoma alguma normalidade, seguindo um roteiro que narra a história de um vingador desconhecido, The Stranger (Clint Eastwood), numa cidade esquecida do oeste. No entanto, este estranho parece mesmo estranho, pois começa a desvendar uma aura de ser supremo - tem uma pontaria mortífera e parece ter um escudo que reflete as balas adversárias (ou então os outros têm a mesma pontaria da irmã Lúcia).
Nesta obra, a realização de Clint Eastwood é claramente influenciada por Sergio Leone, o que é normal após a colaboração de ambos em filmes anteriores. Não é por acaso, que em jeito de homenagem, aparece uma lápide no cemitério com o nome "Sérgio Leone" inscrito (uma homenagem macabra, convenhamos).
Spoiler Alert - Fun Fact: Numa das cenas mais hilariantes do filme, um anão é nomeado Mayor da cidade.
O primeiro filme que escolhi foi O Pistoleiro do Diabo, apresento o nome em português, pois é mais impactante do que High Plains Drifter. E se calhar foi o seu título que me levou a seleccionar esta obra para a década de 70. Confesso que tinha algum desconhecimento sobre os filmes realizados por Eastwood neste período, por isso a escolha, não sendo completamente aleatória porque vi alguns trailers, foi um tiro no escuro (não se tratasse de um filme de pistoleiros).
Logo nos primeiros minutos do filme entrei em estado de choque: o que os meus olhos e ouvidos estavam a receber não era o tradicional filme de cóbois, mas um Western Sci-Fi. Desde a tétrica música inicial fiquei inquieto, ao ponto das unhas servirem de snack para aguentar o nervosismo. E se a música me deixou inquieto, pior me deixaram as cenas dos 25 minutos seguintes, de uma violência inesperada e nada normal em filmes deste género.
De seguida o filme retoma alguma normalidade, seguindo um roteiro que narra a história de um vingador desconhecido, The Stranger (Clint Eastwood), numa cidade esquecida do oeste. No entanto, este estranho parece mesmo estranho, pois começa a desvendar uma aura de ser supremo - tem uma pontaria mortífera e parece ter um escudo que reflete as balas adversárias (ou então os outros têm a mesma pontaria da irmã Lúcia).
Nesta obra, a realização de Clint Eastwood é claramente influenciada por Sergio Leone, o que é normal após a colaboração de ambos em filmes anteriores. Não é por acaso, que em jeito de homenagem, aparece uma lápide no cemitério com o nome "Sérgio Leone" inscrito (uma homenagem macabra, convenhamos).
Spoiler Alert - Fun Fact: Numa das cenas mais hilariantes do filme, um anão é nomeado Mayor da cidade.
Década de 80 - Bird (1988)
Bird é um filme ao ritmo do jazz e uma homenagem que Clint Eastwood quis fazer a este género musical. Baseado em factos verídicos, o argumento gira em torno de Charlie "Bird" Parker (Forest Whitaker), um virtuoso saxofonista que vai para Nova York nos anos 4o, para tocar em bares e clubes da cidade. No entanto, cai nas malhas da droga e a sua vida torna-se uma montanha russa com cada vez mais baixos do que altos. Nesta sua caminhada, encontra uma mulher/companheira (Diane Venora) que nunca o abandona, apesar dos delírios provocados pelo abuso dos consumos de alcóol e droga (parece que a sua vida se rege pelo tema do Marylin Manson -I don't like the drugs, but the drugs like me).
Considero que este filme é essencial para os amantes de Jazz, mas bastante repetitivo e confuso para os restantes dos espectadores. Achei desnecessária o uso de flashbacks e aborrecidos os inúmeros números (repetição sempre, fascismo nunca mais) musicais em que é exposto o virtuosismo de Charlie.
Neste tipo de filmes sobre músicos fico sempre com vontade de comprar um instrumento e aprender a tocar. Ainda vi uns saxofones no OLX, mas depois lembro-me que sou duro de ouvido e desprovido de ritmo. Não tenho dedos de pianista, unhas para tocar guitarra ou língua para o saxofone...
Fica na memória o talento de Whitaker, equivalente ao seu tamanho. É sem dúvida um actor talentosissímo, galardoado com o óscar de melhor actor no Último Rei da Escócia (2006), um filme que recomendo vivamente.
Fun Fact: No fim do filme é deixada a seguinte dedicatória: This picture is dedicated to musicians everywhere.
Década de 90 - Unforgiven (1992)
Unforgiven, além de ser o título de uma das melhores canções dos Metallica, é um dos melhores filmes de Clint Eastwood. Foi o seu último Western, mais, o ponto de exclamação no género que o tornou famoso.
Unforgiven narra a história de Will Munny (Clint Eastwood), um ex-assassino a soldo, viúvo, que aceita um último trabalho, com o objectivo de dar um futuro melhor aos seus filhos. O trabalho consiste em vingar uma prostituta esfaqueada na cidade de Big Whiskey (uma cidade patrocinada por Jack Daniels). No entanto, o xerife da cidade (Gene Hackman) captura um dos cúmplices de Munny, Ned Logan (Morgan Freeman), alterando tudo o que havia sido planeado.
Algumas das críticas negativas que li consideram o filme pejado de clichés, e se calhar é verdade.O Western à data era um género muito batido e fora de moda. Todavia e apesar dos clichés, Unforgiven, através duma narrativa centrada em personagens de personalidade não linear, interpretadas com grande mestria por excelentes actores, reinvetou mais uma vez o género e fica na memória uma bela cobóiada (não sejam preversos).
Eis o trailer, de um dos meus filmes favoritos:
Fun Fact: Este filme valeu os primeiros óscares a Clint Eastwood (melhor filme e melhor realizador). Algo que contradisse uma declaração do próprio anos antes, que enumerava as razões pelas quais nunca iria ganhar um óscar: "First, I'm not Jewish. Secondly, I make too much money. Thirdly, and most importantly, because I don't give a fuck."
Bird é um filme ao ritmo do jazz e uma homenagem que Clint Eastwood quis fazer a este género musical. Baseado em factos verídicos, o argumento gira em torno de Charlie "Bird" Parker (Forest Whitaker), um virtuoso saxofonista que vai para Nova York nos anos 4o, para tocar em bares e clubes da cidade. No entanto, cai nas malhas da droga e a sua vida torna-se uma montanha russa com cada vez mais baixos do que altos. Nesta sua caminhada, encontra uma mulher/companheira (Diane Venora) que nunca o abandona, apesar dos delírios provocados pelo abuso dos consumos de alcóol e droga (parece que a sua vida se rege pelo tema do Marylin Manson -I don't like the drugs, but the drugs like me).
Considero que este filme é essencial para os amantes de Jazz, mas bastante repetitivo e confuso para os restantes dos espectadores. Achei desnecessária o uso de flashbacks e aborrecidos os inúmeros números (repetição sempre, fascismo nunca mais) musicais em que é exposto o virtuosismo de Charlie.
Neste tipo de filmes sobre músicos fico sempre com vontade de comprar um instrumento e aprender a tocar. Ainda vi uns saxofones no OLX, mas depois lembro-me que sou duro de ouvido e desprovido de ritmo. Não tenho dedos de pianista, unhas para tocar guitarra ou língua para o saxofone...
Fica na memória o talento de Whitaker, equivalente ao seu tamanho. É sem dúvida um actor talentosissímo, galardoado com o óscar de melhor actor no Último Rei da Escócia (2006), um filme que recomendo vivamente.
Década de 90 - Unforgiven (1992)
Unforgiven, além de ser o título de uma das melhores canções dos Metallica, é um dos melhores filmes de Clint Eastwood. Foi o seu último Western, mais, o ponto de exclamação no género que o tornou famoso.
Unforgiven narra a história de Will Munny (Clint Eastwood), um ex-assassino a soldo, viúvo, que aceita um último trabalho, com o objectivo de dar um futuro melhor aos seus filhos. O trabalho consiste em vingar uma prostituta esfaqueada na cidade de Big Whiskey (uma cidade patrocinada por Jack Daniels). No entanto, o xerife da cidade (Gene Hackman) captura um dos cúmplices de Munny, Ned Logan (Morgan Freeman), alterando tudo o que havia sido planeado.
Algumas das críticas negativas que li consideram o filme pejado de clichés, e se calhar é verdade.O Western à data era um género muito batido e fora de moda. Todavia e apesar dos clichés, Unforgiven, através duma narrativa centrada em personagens de personalidade não linear, interpretadas com grande mestria por excelentes actores, reinvetou mais uma vez o género e fica na memória uma bela cobóiada (não sejam preversos).
Eis o trailer, de um dos meus filmes favoritos:
Fun Fact: Este filme valeu os primeiros óscares a Clint Eastwood (melhor filme e melhor realizador). Algo que contradisse uma declaração do próprio anos antes, que enumerava as razões pelas quais nunca iria ganhar um óscar: "First, I'm not Jewish. Secondly, I make too much money. Thirdly, and most importantly, because I don't give a fuck."
Década de 00 - Mystic River (2003)
A década 2000-10 foi a mais prolifera de Clint Eastwood, basta observar a lista que referi anteriormente. Deste período, resolvi revisitar Mystic River, um filme que já não via há alguns anos.
O filme começa com um momento marcante - três jovens amigos (Jimmy Markum, Sean Devine e Dave Boyle) brincavam nas ruas da cidade de Boston. Enquanto inscreviam o seu nome em cimento fresco foram abordados por desconhecidos. Estes desconhecidos apresentaram-se como polícias aos rapazes e conseguiram convencer Dave a seguir com eles no carro. Todavia, estes desconhecidos eram molestadores de crianças e agrediram sexualmente o rapaz que raptaram, até ao momento em que este conseguiu escapar passados 4 dias. No entanto, o trauma nunca haveria de desaparecer.
Anos passaram e estes 3 amigos seguiram caminhos diferentes, até ao momento em que a filha de Jimmy (Sean Penn) aparece morta. Por coincidência (nos bons filmes não há coincidências), o agente policial designado para investigar o crime foi Sean Devine (Kevin Bacon), que identifica alguns suspeitos, entre eles, Dave Boyle (Tim Robbins) à primeira vista uma pessoa inofensiva, mas ainda marcado pelos abusos da sua juventude. Esta é a base de uma história de vidas entrelaçadas com o Mystic River (rio de Boston) como pano de fundo.
É uma obra que muita gente não gosta por ter pouca acção para um filme policial (se querem acção e futilidade vão ver Michael Bay, pá...). Na minha opinião este filme é muito mais que um policial. É uma história que retrata a importância e a influencia que alguns momentos da infância e juventude podem ter na vida adulta. Há traumas que nunca se apagam, há laços que nunca se quebram.
Sean Penn e Tim Robbins (o condenado de Shawshank) ganharam os óscares de melhor actor e melhor actor secundário desse ano, algo merecido pelo brilhante desempenho de todo elenco.
Por fim gostaria de falar da opção de Eastwood de gravar em Boston, em vez de seguir a opção dos produtores que era filmar no Canadá para poupar dinheiro. Esta escolha revelou-se acertada, o ambiente de Boston trouxe realismo à narrativa.
Fun Fact: O filme foi rodado em 39 dias.
A década 2000-10 foi a mais prolifera de Clint Eastwood, basta observar a lista que referi anteriormente. Deste período, resolvi revisitar Mystic River, um filme que já não via há alguns anos.
O filme começa com um momento marcante - três jovens amigos (Jimmy Markum, Sean Devine e Dave Boyle) brincavam nas ruas da cidade de Boston. Enquanto inscreviam o seu nome em cimento fresco foram abordados por desconhecidos. Estes desconhecidos apresentaram-se como polícias aos rapazes e conseguiram convencer Dave a seguir com eles no carro. Todavia, estes desconhecidos eram molestadores de crianças e agrediram sexualmente o rapaz que raptaram, até ao momento em que este conseguiu escapar passados 4 dias. No entanto, o trauma nunca haveria de desaparecer.
Anos passaram e estes 3 amigos seguiram caminhos diferentes, até ao momento em que a filha de Jimmy (Sean Penn) aparece morta. Por coincidência (nos bons filmes não há coincidências), o agente policial designado para investigar o crime foi Sean Devine (Kevin Bacon), que identifica alguns suspeitos, entre eles, Dave Boyle (Tim Robbins) à primeira vista uma pessoa inofensiva, mas ainda marcado pelos abusos da sua juventude. Esta é a base de uma história de vidas entrelaçadas com o Mystic River (rio de Boston) como pano de fundo.
É uma obra que muita gente não gosta por ter pouca acção para um filme policial (se querem acção e futilidade vão ver Michael Bay, pá...). Na minha opinião este filme é muito mais que um policial. É uma história que retrata a importância e a influencia que alguns momentos da infância e juventude podem ter na vida adulta. Há traumas que nunca se apagam, há laços que nunca se quebram.
Sean Penn e Tim Robbins (o condenado de Shawshank) ganharam os óscares de melhor actor e melhor actor secundário desse ano, algo merecido pelo brilhante desempenho de todo elenco.
Por fim gostaria de falar da opção de Eastwood de gravar em Boston, em vez de seguir a opção dos produtores que era filmar no Canadá para poupar dinheiro. Esta escolha revelou-se acertada, o ambiente de Boston trouxe realismo à narrativa.
Fun Fact: O filme foi rodado em 39 dias.
Década de 10 - Ricard Jewell (2019)
Ricard Jewell, o último filme de Eastwood, é a confirmação que realizador continua a ser um excelente contador de histórias e que mantém o nível dos últimos 20 anos.
O argumento baseia-se na história verídica de Richard Jewell (Paul Walter Hauser), um segurança que salvou centenas de vidas durante um concerto dos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996), e na forma de como passou de herói a principal suspeito do atentando, com especial destaque para o papel da opinião pública nestes casos.
Richard Jewell era uma personagem peculiar. Com 35 anos ainda vivia com a mãe, era um fanático de armas e apaixonado pela autoridade, tinha mesmo o sonho de se tornar polícia. No entanto, devido ao seu aspeto patusco, e gordinho, parecia que não fazia mal a uma mosca. Seria esta pessoa capaz de planear um atentado? Terão de ver o filme para descobrir (ou então transferir-me por MBway 30 euros).
Lamentavelmente foi um filme quase ignorado nos óscares, merecia mais reconhecimento.
Fun Fact: O comité olímpico não autorizou a utilização do logótipo dos 5 anéis neste filme.
Ricard Jewell, o último filme de Eastwood, é a confirmação que realizador continua a ser um excelente contador de histórias e que mantém o nível dos últimos 20 anos.
O argumento baseia-se na história verídica de Richard Jewell (Paul Walter Hauser), um segurança que salvou centenas de vidas durante um concerto dos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996), e na forma de como passou de herói a principal suspeito do atentando, com especial destaque para o papel da opinião pública nestes casos.
Richard Jewell era uma personagem peculiar. Com 35 anos ainda vivia com a mãe, era um fanático de armas e apaixonado pela autoridade, tinha mesmo o sonho de se tornar polícia. No entanto, devido ao seu aspeto patusco, e gordinho, parecia que não fazia mal a uma mosca. Seria esta pessoa capaz de planear um atentado? Terão de ver o filme para descobrir (ou então transferir-me por MBway 30 euros).
Lamentavelmente foi um filme quase ignorado nos óscares, merecia mais reconhecimento.
Fun Fact: O comité olímpico não autorizou a utilização do logótipo dos 5 anéis neste filme.
E assim se conclui esta pequena reflexão da carreira de Clint Eastwood, um realizador que já tinha barba durante a segunda guerra mundial (pelo menos buço), mas que não pára de oferecer obras para o grande público apreciar.
Quando um ciclo se encerra, outro principia e na próxima semana será visada a carreira do polémico realizador, Roman Polanski.
Quando um ciclo se encerra, outro principia e na próxima semana será visada a carreira do polémico realizador, Roman Polanski.
P.S.: Sugestões de temas para próximos ciclos serão bem-vindas
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