Senna (2010 / 2024)
Posso dizer que esta semana estou na pole position ao nível do conhecimento da vida e obra de Ayrton Senna, pois terminei a série recentemente estreada na Netflix e assisti ao documentário lançado em 2010. Em ambos os casos, o título é simplesmente Senna.
A qualidade da série está bem acima da média quando cmparada com outras lançadas pela Netflix recentemente. Os atores são bons e encarnam bem as personagens. Tem efeitos visuais muito interessantes, principalmente aqueles utilizados nos ambientes de corrida. E a história de Ayrton Senna por si só já é extraordinária. Diria que dificilmente se conseguiria criar um argumento melhor do que o que foi na realidade. Desde a forma como conseguiu vitórias impensáveis, até às rivalidades que desenvolveu, nomeadamente com Prost e Balestre.
No entanto, depois de assistir ao documentário, constatei que a série acrescenta muito pouco. Até fica aquela sensação de que a série é o chamado fazer render o peixe, enchendo bastantes chouriços. O documentário teve acesso a um impressionante volume de imagens históricas, de tal forma, que parece um Drive-to-Survive em esteroides concentrado num único filme.
Ayrton Senna foi alguém que parecia tocado pelos deuses. Mais do que um herói do Brasil, foi um ícone do desporto mundial. E é sempre bom, através da série ou de um documentário, lembrar alguém com uma personalidade e um virtuosismo tão marcantes.
Fun Fact: Senna (2024) foi a série mais cara de sempre brasileira. Custou cerca de $170 milhões.
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