Stutz (2022)
Felizmente, a saúde mental tem tido cada vez mais atenção e respeito por parte da sociedade. Costumava ser a parente pobre no que toca a saúdes, contudo nos últimos anos, várias foram as personalidades que assumiram que tiveram de lidar com depressões ou que sofreram de alguma doença do foro mental ou psicológico.
Recentemente, estreou na Netflix um documentário produzido e realizado por Jonah Hill precisamente sobre esta temática. O relato apresentado assenta na própria experiência de Hill com o seu terapeuta/psicólogo/psiquiatra/amigo, Phil Stutz. A atenção vai-se dividindo entre a discussão de episódios traumáticos vividos quer pelo terapeuta, quer por Hill, e de que forma as ferramentas que Phil utiliza com os seus pacientes podem ajudar a ultrapassar ou a suavizar situações depressivas ou mesmo alguns bloqueios.
Não será o documentário do ano, mas a temática é atual e algumas mensagens que Phil Stutz transmite são sem dúvida inspiradoras. Algo que achei curioso, foi o facto de Stutz, que sofre de Parkinson e treme bastante das mãos, recorrer a desenhos muito simples, mas obviamente com traço tremido, para passar ideias aos seus pacientes de forma mais clara e ao mesmo tempo mais personalizada. Afinal, uma imagem vale por mil palavras, não é? Por outro lado, também é interessante perceber que mesmo um dos atores mais cómicos do cinema, Jonah Hill, tem um lado mais depressivo e polvilhado de traumas.
Fun Fact: um dos desenhos de Stutz apresentado no filme que mais me ficou na memória apresenta a ideia de que por cima das nuvens, por mais carregadas que sejam, há sempre o Sol.
#thestutz #johanhill
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