O Rei Leão (1994)
Não é Natal sem um bom filme de animação. E o filme que vos trago hoje é um bom exemplo de uma animação que consegue agradar tanto a miúdos como a graúdos, sendo uma excelente opção para um serão em família, de preferência junto a uma lareira quentinha. É também daqueles desenhos animados que podem deixar envergonhar alguns adultos, pois em certos momentos a emoção poderá levar à queda de uma lagrimazita ou outra.
The Lion King é um clássico da Walt Disney que dispensa apresentações. Estreado em 1994, foi um enorme sucesso de bilheteira e uma presença assídua na coleção de cassetes da pequenada na década de 90. Custou €45m e rendeu quase €1.000m só em bilheteira (bela pipa de massa). A história, que se inspirou no Hamlet de Shakespeare, passa-se em áfrica e os protagonistas são os animais da savana. Nessa savana o regime é monárquico, sendo liderado pelos leões. A família real tem Mufasa como rei, Simba como o jovem príncipe e Scar como tio que quer passar a perna aos dois anteriores e tomar o trono para reinar junto das suas amiguinhas de riso irritante, as hienas. Portanto, a intriga política é semelhante à dos humanos.
A dada altura Simba foge e refugia-se num Oásis, onde conhece os icónicos Timon e Pumba que, além de serem muito divertidos, tornam-se em algo entre guias espirituais e pais adoptivos do jovem leão. Pensando bem, tornam-se numa família algo bizarra, pois é constituída por um leão adolescente, um javali e um suricata. E Hakuuuuna Matata!
Não podia terminar, sem mencionar a perfeição da
banda sonora produzida pela máquina de Fantasia que é o extraordinário
Hans Zimmer.
Fun Fact: Foi o primeiro filme da Disney a ser dobrado em
português de Portugal.

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