quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Advento 2025 - 17/24 - The Bucket List (2007)

The Bucket List (2007) 

Rob Reiner, falecido recentemente, ganhou fama como ator na série All in the Family (anos 70). No entanto, nas décadas seguintes viria a destacar-se sobretudo como realizador, construindo uma carreira notável com um conjunto de filmes bem-sucedidos em vários géneros — drama, comédia, terror, entre outros. Eis alguns dos títulos mais marcantes da sua filmografia:

  • This Is Spinal Tap (1984)
  • The Sure Thing (1985)
  • Stand by Me (1986)
  • The Princess Bride (1987)
  • Misery (1990)
  • A Few Good Men (1992)
  • Ghosts of Mississippi (1996)

A partir de meados dos anos 90, a sua carreira deixou de ser tão pujante. Ainda assim, gostaria de sugerir um filme de 2007: The Bucket List.

A temática central do filme é a morte, mas abordada de forma descontraída e cómica, sem deixar de lado um certo dramatismo — um verdadeiro feel-good movie com um travo melancólico. Rob Reiner contou com dois atores que dispensam apresentações: Jack Nicholson e Morgan Freeman, que interpretam dois doentes terminais com cancro. Ao conhecerem-se na fase final das suas vidas, desenvolvem uma amizade improvável e passam a discutir — e a viver — a melhor forma de aproveitar os seus derradeiros momentos.

É um filme divertido, com bons diálogos, que vale claramente a pena ver.

A morte é algo que me assusta, não tanto pelo facto de poder ser dolorosa ou não, mas sobretudo por não saber o que acontece a seguir. Na minha ótica, depois de morrermos, existem três hipóteses:

  1. Não se passa mais nada: voltamos a ser pó. As nossas memórias, a alma e os sentimentos perdem-se para sempre.
  2. Vamos para um sítio pior: uma espécie de inferno, para junto do nosso amigo Lúcifer, a brincar um pouco com o fogo.
  3. Vamos para um sítio melhor: algo semelhante a um céu com nuvens de algodão-doce e cascatas de chocolate.

Enfim, grandes mentes debruçaram-se — e continuam a debruçar-se — sobre este tema todos os dias, e nenhuma conseguiu dar uma resposta universalmente aceite. Obviamente, não serei eu a dá-la. Mas fica a grande questão no ar: depois de morrer, morremos?

 

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